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Moda artesanal é destaque em desfiles no Edifício Martinelli (SP) e na Quadra da Mangueira (RJ)

Moda artesanal é destaque em desfiles no Edifício Martinelli (SP) e na Quadra da Mangueira (RJ)

Moda artesanal é destaque em desfiles no Edifício Martinelli (SP) e na Quadra da Mangueira (RJ). Fios da Círculo estarão presentes nos crochês das coleções de Ana Clara Watanabe, que homenageia obras de Tarsila do Amaral, e da TA Studios, com as mulheres da Mangueira como inspiração

O crochê continua em alta nas principais passarelas de moda e como tendência dos fashionistas. A sua versatilidade permite ir do casual a um look mais ousado ou sofisticado para qualquer estação do ano. E esta técnica artesanal com os fios da Círculo poderá ser vista em dois desfiles na próxima semana. Ana Clara Watanabe traz uma coleção em celebração à Tarsila do Amaral, no Edifício Martinelli, em São Paulo, no dia 28 de maio, às 16h30min. Já a TA Studios, marca carioca, fará um desfile na Quadra da Mangueira, no Rio de Janeiro, com a história das mulheres desta escola de samba como inspiração, no dia 29 de maio, às 19h.

A artista visual e designer Ana Clara Watanabe propõe uma releitura delicada e vívida sobre a ótica da industrialização no Brasil, presente nas obras Estrada de Ferro Central do Brasil (E.F.C.B), São Paulo e São Paulo (GAZO) da pintora e desenhista brasileira, Tarsila do Amaral, que completam 100 anos em maio. A convite do Grupo Tarsila, em tom de celebração do marco centenário das pinturas, Watanabe confeccionou dez peças para esta coleção, promovendo um diálogo entre o rural e o industrial, refletindo sua própria experiência pessoal em ambos os cenários. Ela usa os fios Anne, Apolinho, Maxi Mouline, Avelã e Rubi da Círculo para produzir e inserir os detalhes nas roupas da coleção. “Meu trabalho é muito voltado para técnicas têxteis manuais como crochê e bordados, e isso ficará evidente neste desfile”, explica. 

Na coleção “Tarsila Amarela”, a designer faz o uso e reaproveitamento da tapeçaria como obra-prima, somada à aplicação de resíduos do café para desenvolvimento de aviamentos, vidros e plásticos reciclados. As cores primárias e a forte presença de figuras geométricas nas obras de Tarsila também são retratadas de uma forma que conversam com o design oriental, marca registrada do trabalho de Ana, criando um ponto de intersecção entre as produções de ambas as artistas.

A artista busca não somente traduzir a forte influência que o interior teve em suas peças, mas também aspira fomentar a produção artística no local, priorizando e incentivando a mão de obra independente e o resgate da potência criativa interiorana. É por isso que Pindamonhangaba, cidade que sediou e influenciou sua carreira no mundo da moda, é palco de toda confecção da WTNB. Lá, Ana construiu uma comunidade com fornecedores independentes que trabalham com alfaiataria, técnicas têxteis manuais e bordados. “Vai ser muito perceptível a união dos nossos trabalhos (meu e de Tarsila do Amaral) nesta coleção. Eu crio roupas pensando na tridimensionalidade, minhas criações são voltadas mais para a arte, no sentido de escultura, e isso me permite brincar com a tridimensionalidade na modelagem. A coleção “Tarsila Amarela” leva esse nome, pois representa a minha visão como uma mulher nipo-brasileira sobre o trabalho da Tarsila, dessa mulher tão importante para a arte brasileira”, conclui Watanabe.

TA Studios na Quadra da Mangueira

A marca carioca TA Studios também conta com os fios da Círculo para o desenvolvimento de algumas peças de sua coleção, que tem o apoio do São Paulo Fashion Week. A estilista Gi Caldas preparou um desfile na quadra da Mangueira para mostrar a coleção “Um futuro verde, um passado rosa”. A inspiração são as mulheres da escola de samba, que desenvolvem fantasias, festas, enfeites e comidas por lá. “Surgiu então a ideia de fazer essa coleção movida pelo Sankofar, pesquisando no acervo e em fotos antigas da Mangueira, imagens dessas mulheres e de suas rotinas, observando roupas feitas por elas mesmas ou pelas costureiras da comunidade. Cada detalhe desses modos do passado, daquela roupa de domingo, inspira looks atuais, adaptados a uma roupa de alfaiataria leve e carioca”, conta a estilista.

A TA Studios vai apresentar uma coleção feminina e masculina com elos agêneros em tecidos eco-friendly, que passeiam por tons de rosa, verde e terrosos combinados com texturas de jeans e crochê. Os acessórios, como chapéus e sapatos, foram feitos com tecido de descarte. O desfile da TA Studio terá a participação da atriz Aline Borges na passarela e Marcello Costa como responsável pela beleza das modelos.

A Círculo apoia marcas que celebram o artesanal e desempenham um papel fundamental para ampliar a visibilidade e as potencialidades do trabalho feito à mão. “Sempre somos surpreendidos com as formas com que artesãos, estilistas e designers conseguem extrapolar a criatividade usando técnicas como o crochê e o tricô, imprimindo personalidade em cada peça confeccionada, contribuindo para um setor mais sustentável e consciente. Apoiar a moda artesanal é essencial para valorizar esse trabalho que se renova e encontra novas possibilidades criativas”, afirma Osni de Oliveira Junior, CEO da Círculo.

Moda artesanal é destaque em desfiles no Edifício Martinelli (SP) e na Quadra da Mangueira (RJ). Fios da Círculo estarão presentes nos crochês das coleções de Ana Clara Watanabe, que homenageia obras de Tarsila do Amaral, e da TA Studios, com as mulheres da Mangueira como inspiração

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